Minha razão de viver é a partilha.
Eu aprendi a partilhar comigo, imitando ser professora, aos 7 anos, para alunos invisíveis.
Ali eu já sabia o porquê tinha nascido.
Eu aprendo ensinando.
Foi assim desde o início.
Quando eu falo, é primeiro para me ouvir e me sensibilizar mais uma vez, antes ao que já veio ao coração, e depois pela própria voz.
Cada um nasceu para um tom de voz.
Para uma mensagem de Deus.
A minha mensagem é reflexiva.
Sempre há algo além do que estamos vendo com os olhos, que geralmente reflete só uma ilusão.
Uma vez, li num livro assim:
“Se o Google traz todas as respostas, quem fará as perguntas?”
Nós vamos entrar num novo momento: temos falado muito nos últimos tempos sobre POSICIONAMENTO.
Talvez agora estejamos chegando para um novo passo. Vamos subir nessa conversa.
Qual o legado que você deixa com o que tem feito e com o que tem falado?
Não é mais sobre dizer ou fazer, mas o que isso tem deixado por onde você passa.
E isso só é possível perceber quando você se dá conta da sua biografia.
Ou melhor, quando você se valida, orgulhosa de quem é.
Não é mais sobre se expor, ou o medo de fazê-lo, ou o medo de aparecer exibida - é sobre a sua real contribuição ao mundo, sobre o que VOCÊ VEIO FAZER.
Não deveríamos mais temer a dita exposição, deveríamos temer morrer sem termos deixado nossa real - e original - marca no mundo.
Não se trata de tamanho, do tamanho que acha ter (geralmente nos achamos tão pequenas) ou do seu número de seguidoras, se trata APENAS do que você veio fazer.
Agarre-se nas ideias certas sobre quem você é e você verá um novo mundo surgir na sua frente.
Com amor,
Roberta Souza